O mercado financeiro nacional apresentou forte movimentação nesta terça-feira, com o principal índice acionário brasileiro registrando uma valorização de 1,3% e alcançando sua marca mais elevada em quase quatro meses. Enquanto os ativos locais ganhavam fôlego, a moeda norte-americana encerrou o pregão em baixa, sendo cotada a R$ 5,15.
Ações da Petrobras lideram avanço no Ibovespa
O principal indicador da bolsa brasileira encerrou as negociações situado em 179.722,48 pontos, após conseguir ultrapassar a barreira de 181 mil pontos durante a sessão, um patamar que não era visto desde o dia 12 de maio. O principal motor dessa alta veio dos papéis da Petrobras, os mais negociados do pregão, que acompanharam diretamente a forte valorização da commodity no cenário internacional.
Conflitos internacionais pressionam o preço do petróleo
A disparada nos preços internacionais do petróleo ocorreu após o governo dos Estados Unidos oficializar novos ataques direcionados a alvos no Irã. O barril do tipo WTI fechou o dia com um salto expressivo de 5,2%, negociado a US$ 90,22. Na mesma linha, o barril do tipo Brent para novembro apresentou alta de 4,6%, encerrando as operações cotado a US$ 94,65. O cenário de instabilidade no Oriente Médio elevou os temores globais em relação ao fornecimento de combustíveis e derivados.
Câmbio e PIB nacional
No câmbio, o dólar comercial fechou o dia com retração de 0,54%, negociado a R$ 5,153. Paralelamente, dados econômicos divulgaram que a atividade produtiva do país avançou 0,5% no segundo trimestre deste ano, em comparação aos três meses anteriores, evidenciando uma desaceleração frente ao crescimento de 1,1% registrado no primeiro trimestre. O resultado refletiu uma perda de ritmo geral, acompanhada por uma retranca no consumo das famílias e um dinamismo menor do setor industrial.







