A prática de bullying e a intimidação sistemática entre estudantes não devem ser encaradas como meras brincadeiras ou conflitos passageiros da idade. Especialistas e autoridades reforçam que agressões físicas, humilhações e ataques psicológicos recorrentes podem desencadear consequências gravíssimas, exigindo vigilância constante de familiares, responsáveis e profissionais de ensino.

O que aconteceu

O alerta sobre os perigos da falta de prevenção destaca a necessidade de barrar o agravamento de episódios de violência entre crianças e adolescentes. O desafio se estende para o ambiente virtual, onde o cyberbullying ganha força por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais, intensificando a exposição dos alvos e estendendo os danos para fora dos muros escolares.

No estado de São Paulo, a Lei Estadual número 18.069, sancionada em 23 de dezembro de 2024, viabilizou a implantação de um protocolo específico de combate à intimidação sistemática na rede pública estadual de ensino. A legislação determina diretrizes de acolhimento para os estudantes afetados e obriga a notificação imediata à coordenação pedagógica sempre que forem identificadas ocorrências de bullying ou cyberbullying no cotidiano escolar.