O Instituto Nacional de Meteorologia mantém um alerta laranja para a passagem de um ciclone extratropical associado a uma frente fria pelo Sul do País, com reflexos diretos nas condições meteorológicas de áreas do Sudeste ao longo deste fim de semana. O sistema provoca vento forte, alteração brusca no tempo e declínio nos termômetros.
Impactos na Grande São Paulo e Guarulhos
Embora o litoral concentre os maiores perigos e rajadas mais intensas, a Grande São Paulo também sente a mudança. Em Guarulhos, a recomendação das autoridades é monitorar os boletins oficiais e redobrar a cautela ao circular pelas ruas, especialmente em zonas com arborização densa, estruturas metálicas ou elementos que possam ser deslocados pela força do vento.
Motoristas que trafegam por rodovias, viadutos e pontes da região devem manter atenção redobrada durante as rajadas. Na capital paulista, a previsão aponta termômetros variando entre mínimas de 11°C e 12°C e máximas de 23°C a 24°C durante o período.
Situação no litoral e no interior
O litoral paulista e fluminense registra o cenário mais severo, com rajadas previstas entre 60 km/h e 100 km/h, gerando riscos de queda de árvores e destelhamentos. Cidades como São Sebastião, Ubatuba, Caraguatatuba e Ilhabela estão sob maior vigilância, assim como a capital do Rio de Janeiro, onde a Defesa Civil estima ventos de até 90 km/h e mar agitado.
No interior do estado, o panorama anterior era de calor forte e baixa umidade, cenário propício para incêndios em vegetação. Com a chegada da frente fria, o quadro muda radicalmente, trazendo umidade e alívio térmico para essas localidades.
Orientações de segurança
A Defesa Civil reforça uma série de cuidados fundamentais para evitar acidentes durante a vigência dos ventos fortes:
Evitar estacionar ou permanecer sob árvores; recolher objetos soltos em áreas externas; manter portas e janelas fechadas; afastar-se de postes, torres e estruturas metálicas; suspender atividades marítimas; e nunca tocar em fios elétricos caídos. O acompanhamento dos canais oficiais do INMET e da Defesa Civil é indispensável diante da variação na intensidade do fenômeno.







