O Banco Central, por meio do Copom, manteve a taxa Selic fixada em 13,75% ao ano nesta quarta-feira (4). A decisão encerra um ciclo de cinco reduções consecutivas na taxa básica de juros, que havia iniciado o ano em 15% ao ano, conforme divulgado em âmbito nacional.
O que aconteceu
Com a estabilização dos juros neste patamar, simulações financeiras detalham o comportamento de uma aplicação inicial de R$ 1 mil em diferentes alternativas de investimento, considerando o cenário econômico atual do país.
Na categoria de renda fixa, os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) de instituições de médio porte, que pagam até 105% do CDI, projetam um retorno líquido que eleva os R$ 1 mil iniciais para R$ 1.054,08 após um período de seis meses. Em um horizonte de 30 meses, o montante atinge R$ 1.332,95.
Entre as opções analisadas fora da renda fixa, os Fundos de Ações registraram os maiores retornos estimados no levantamento. O valor aplicado de R$ 1 mil alcança R$ 1.064,44 no intervalo de seis meses e chega a R$ 1.366,47 ao final de 30 meses.
Por outro lado, a tradicional caderneta de poupança figura como a alternativa com menor rentabilidade entre as opções avaliadas. O capital investido evolui para R$ 1.038,60 em seis meses e chega a R$ 1.208,51 após 30 meses.
Os dados apresentados refletem os ganhos líquidos já com o desconto do Imposto de Renda, exceto no caso da poupança, que mantém isenção tributária. Para o Tesouro Selic, os cálculos incorporam taxa de custódia de 0,2% referente a custos operacionais e da corretora, podendo haver variações conforme a instituição financeira escolhida pelo investidor.







