Morreu um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro. Carlos Domingos Massoni, o Mosquito, faleceu na quinta-feira (13), aos 87 anos. A causa exata não foi divulgada oficialmente.
Guarulhos entra nessa história pelo capítulo seguinte à carreira de atleta: foi na cidade que ele passou anos dando aulas de Educação Física e comandando times de basquetebol.
O velório acontece no plenário da Câmara Municipal de Guarulhos. A despedida começou às 22h de quinta-feira (13) e vai até as 10h desta sexta-feira (14).
A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) publicou nota no Instagram para lamentar a perda. No texto, chamou o ex-jogador de “herói do basquete brasileiro” e afirmou que sua história ecoará por gerações.
Da Associação Atlética São Paulo ao São Caetano
Formado em Educação Física, ele deu os primeiros passos na Associação Atlética São Paulo. O profissionalismo veio no Palmeiras. Depois, defendeu Sírio, Portuguesa e São Caetano — foi neste último clube que se aposentou das quadras.
Na Seleção Brasileira, o armador dividiu quadra com lendas como Amaury Pasos e Wlamir Marques, em uma geração que marcou época.
Um currículo de pódios
No Mundial de Basquete, foram três campanhas de destaque: o título em 1963, jogando em casa, o vice-campeonato de 1970, na Iugoslávia, e o bronze de 1967, no Uruguai.
Nos Jogos Olímpicos, subiu ao pódio duas vezes, sempre com o bronze: Roma, em 1960, e Tóquio, em 1964.
Nos Jogos Pan-Americanos, somou três medalhas: bronze em Chicago (1959), prata em São Paulo (1963) e ouro em Cali (1971).
O legado na formação de atletas
Encerrada a trajetória como jogador, ele se voltou para o ensino. Deu aulas de Educação Física e treinou equipes de basquete, dedicando-se à formação de novos atletas. Foi esse trabalho fora das quadras que consolidou o carinho e o respeito da comunidade esportiva de Guarulhos por ele.







