A corrida eleitoral de 2026 ganha as ruas

Nesta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a disputa pela Presidência da República entrou em uma fase de intensa movimentação. Diferentes regiões do país, como São Paulo, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Mato Grosso, receberam candidatos que buscaram o contato direto com o eleitorado, apresentando propostas e criticando a situação atual da economia e da sociedade.

Movimentações na capital paulista

Em São Paulo, um candidato do Avante dedicou o dia a ajustes para o debate marcado para o domingo, 23 de agosto de 2026, na TV Band, além de passar por uma unidade de saúde e falar com a imprensa sobre neurodiversidade. Outro concorrente, pelo PCB, preferiu o lançamento de um livro em uma livraria local para marcar sua posição ideológica.

Já um representante do PL esteve na zona leste da capital, passando por um armazém de produtos subsidiados para famílias de baixa renda. No local, o candidato protestou contra a alta nos preços dos alimentos e conversou com moradores e comerciantes em um mercado municipal, encerrando o dia com uma partida de futebol junto a jovens.

Debates sobre a economia e tributos

A pauta fiscal dominou a fala de um postulante do PSD durante passagem por um tradicional polo comercial paulistano. Críticas às taxas de juros e ao endividamento das famílias pontuaram o discurso, que também defendeu regras claras para o mercado de apostas esportivas e equilíbrio na concorrência do comércio digital.

Nordeste e Sudeste entram na mira das campanhas

No Nordeste, um candidato do PT reuniu apoiadores em um bairro de Natal, no Rio Grande do Norte, prometendo melhorias no atendimento médico e odontológico para quem mais precisa. O mesmo discurso defendeu o fim da escala de trabalho 6 por 1 e criticou impostos sobre importações de pequeno valor. Na mesma região, um nome do partido Missão esteve em Alagoas para defender o potencial econômico e cultural das vaquejadas.

Em Minas Gerais, um representante do PSTU esteve reunido com sindicatos em São João del-Rei para pedir a anulação de antigas reformas trabalhistas e previdenciárias. Outras agendas incluiram entrevistas na televisão em Cuiabá por uma candidata do DC, panfletagem em trens e mercados populares no Rio de Janeiro por um nome da UP, e reuniões internas transmitidas pela internet por um candidato do PCO.