Moradores e empresários que acompanham o setor energético devem ficar atentos aos dados recentes sobre a matriz elétrica nacional. O Brasil contabilizou uma retração de 27% na inclusão de novas usinas de geração eólica e solar no período de um ano. A expansão, que havia alcançado quase 24 gigawatts em 2024, recuou para 17,3 gigawatts no ano passado, conforme dados divulgados por um centro especializado de análises de mercado.
O que aconteceu
A desaceleração no ritmo de novas instalações de fontes renováveis foi motivada por desafios estruturais significativos enfrentados pelo setor elétrico brasileiro. De acordo com o levantamento da BloombergNEF, as principais causas para essa queda expressiva envolvem limitações operacionais na rede de transmissão de energia, além do aumento nos cortes de geração, conhecidos no setor como curtailment, que impedem o aproveitamento pleno da capacidade instalada em determinados momentos.







